Para a felicidade geral

No nosso interior habita um universo. Cada ser é um mundo de possibilidades de sentimentos, de energias e de verdades próprias. 
Vislumbramos a ideia de que somos o núcleo de tudo que existe; os outros são os outros e só; eu sou mais eu; farinha pouca meu pirão primeiro... 
E assim caminha a humanidade, percorrendo ruas e cada um se achando um astro, um ser superior, se achando o maioral, atropelando todo mundo...
 
Torna-se necessário o exercício da despretensão. O ser humano precisa se dar conta de que ele é parte do mundo. Sabemos que não somos donos de nada, mas insistimos no contrário.
Somos dependentes da Natureza para a nossa sobrevivência e continuamos poluindo e destruindo tudo, dependemos uns dos outros e nos desprezamos o tempo todo.
 
Vivemos na controvérsia e fora de propósitos. Perdemos a noção do perigo e nos pomos à prova, arriscando a própria vida em muitas situações e tudo isso porque nos achamos invencíveis e que nada acontece com a gente - só com os outros.
Aonde queremos chegar?
O que será que o futuro está reservando para nós?
Será que ainda temos tempo para nos livrarmos de todas essas imperfeições?
O que está faltando para que tomemos consciência de que podemos e devemos melhorar nossas atitudes para ganharmos mais qualidade de vida?
O que será que falta nos acontecer para que nos tornemos pessoas mais amáveis, mais sensíveis, mais conscientes e responsáveis dos nossos atos?
De imediato, não encontramos respostas a essas questões e tantas outras que nos atormentam e nos fazem pensar, pensar, pensar... Entretanto, o dia a dia nos encaminha ao esquecimento, nos acomodando e nos desviando das soluções. O mundo que criamos e que está ai, diante dos nossos olhos, dos olhos de nossos filhos e netos nos envolve a todos, nos desviando dos valores de bons princípios e muitas vezes nos vemos cercados e presos aos atrativos que nos depreciam.
Cabe-nos, ficar atentos para que não percamos o pouco de humanidade que ainda nos resta.
Vamos pensar nisso tudo e tentar - dentro das nossas possibilidades - contribuir para o bem estar nosso e dos que nos rodeiam.

Já é um bom começo e não nos custa nada. 

Luiz Malvino
26set2013

3 comentários:

Margarida disse...

Oi oi oi! Saudades! Adorei a tua partilha, sempre pertinente. E a foto, é tua? Linda! Consigo imaginar-te a dizer aquela "farinha pouca meu pirão primeiro". Não conhecia e adorei, eh eh. Mas é verdade, é melhor caminharmos todos de mão dada. Beijinho à Malvina e outro pra ti.

Anônimo disse...

Olá! passeando pela web achei teu blog achei bem legal. Aproveito tbm para uma visita em: acasamadeira.blogspot.com
Abraços

Luiz Malvino disse...

Sim, Margarida, fiz a foto!
O lugar fica no caminho de retorno de Friburgo para o Rio de Janeiro.
Obrigado pelas palavras.
Precisamos estar sempre atentos, nos policiando, tornando-nos assim pessoas mais amáveis.
Beijos querida amiga!